Sai cedo, tomei café na padaria Elite que eu adoro, no
centro, perto do edifício ASA, pão francês integral pretinho, queijo branco e
presunto, café com leite e pão de queijo, só 2.
Fui na terapia, falei sobre a viajem e a minha neura de
estar em um lugar novo e ficar traçando rotas de fuga, como se o lugar fosse
pegar fogo, mas ao contrario do que sempre acontece, dessa vez não pensei em o
que eu sentiria se me queimasse eu se eu morresse queimada. Essa hipótese
sempre me apavorou, tanto quanto a de morrer afogada, ou congelada.
Comprei uns remédios, um creme pro rosto, por que esse frio queima meu nariz.
Comprei uns remédios, um creme pro rosto, por que esse frio queima meu nariz.
Voltei pra casa e esperei o meu menino, ele anda muito
cansado, cansado até demais.
Mas sempre se anima quando está em casa comigo...
Parecia que nós dois estávamos tristes, eu nem tirei minha foto tradicional com ele, fazendo palhaçadas e beijando aquela boca gostosa, fotos que eu morro, mas não posto em lugar nenhum, minha vida privada é privada de verdade.
Vim no ônibus lendo o livro do Augusto Cury, O Futuro da humanidade, difícil passar uma pagina lida sem chorar, parece que tudo se encaixa com certas coisas que eu vivi em cada etapa da minha vida.
Ainda bem que eu tinha maça e banana comigo, se não ia morrer de fome.
Logo na saída de Curitiba, pegamos um congestionamento de uma hora e meia, leitura e frutas, deu pra passar o tempo sem ficar na agonia dentro do ônibus.
Cheguei as 22:30, deu um abraço no Lu, que estava me esperando acordado, tomei uma ducha, e fui direto pra cama.
Mas sempre se anima quando está em casa comigo...
Parecia que nós dois estávamos tristes, eu nem tirei minha foto tradicional com ele, fazendo palhaçadas e beijando aquela boca gostosa, fotos que eu morro, mas não posto em lugar nenhum, minha vida privada é privada de verdade.
Vim no ônibus lendo o livro do Augusto Cury, O Futuro da humanidade, difícil passar uma pagina lida sem chorar, parece que tudo se encaixa com certas coisas que eu vivi em cada etapa da minha vida.
Ainda bem que eu tinha maça e banana comigo, se não ia morrer de fome.
Logo na saída de Curitiba, pegamos um congestionamento de uma hora e meia, leitura e frutas, deu pra passar o tempo sem ficar na agonia dentro do ônibus.
Cheguei as 22:30, deu um abraço no Lu, que estava me esperando acordado, tomei uma ducha, e fui direto pra cama.
O dia vai ser longo amanhã.
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