segunda-feira, 22 de julho de 2013

14/07/2013 - Noite não dormida.

Noite desgraçada.
Não preguei o olho.
Passei a noite tentando dormir, atormentada com pensamentos estranhos, pensando se eu deveria tomar mais um sossega leão ou não.
Acabei não tomando, levantei quebrada como se eu tivesse lutado com o Anderson Silva.
Eu acho que estou com saudade de casa, saudade do meu amor, só pode ser isso.

Pra minha total surpresa, depois do café na pedra verde tudo mudou.
O sol chegou pra trazer mais um dia de calor quase de verão, céu azul, mar mais azul ainda, não dava pra ficar melhor.
Andei na praia com a minha irmã, o Fe e a Rô.

Mas tudo bem, valeu pelo exercício e na volta descemos uma grande escadaria que dá na praia da Domingas Dias.


Subimos o caminho da Domingas, lindo, maravilhoso, até um bicho preguiça pendurado no galho de uma arvore eu vi, mas só chegamos na metade, a vegetação tomou conta do caminho e não chegamos no mirante.

Pegamos uma lancha que deu 02 viagens para levar todos e fomos para a praia de 7 fontes, só da pra chegar de barco, na verdade até tem uma trilha de 50 minutos da estrada até lá, então fica mais rápido de barco.
Só as fotos pra explicar a beleza do passeio e da praia.
Sete fontes tem esse nome por que 7  fontes de agua cristalina correm do morro pra dentro do mar.
Almoçamos pescada e sororoca fritos, arroz, farofa, pastel de vento, coca cola, e espumante (a coca e o espumante levamos de casa)...
E eu fiquei na água, com uns goles de coca-cola zero pra disfarçar o gosto de gordura do pastel.
Pra variar eu estava de top e calça comprida preta e molhada, e fui o centro de todas as 70 ou 80 pessoas estranhas que estavam bebendo e petiscando na praia.




Me senti como um argentino no verão de meia preta e chinelo no calçadão de Camboriu na temporada de verão. Fazer o que né?
Enfim, já que está no inferno, abraçar o capeta faz parte do pacote.


Na volta, a lancha deixou o Tui, o Fe e a Rô na praia do Lazaro e voltamos com o Ale, Toninho, Cris para a marina de Ubatuba, guardar a lancha e pegar o carro.
Sentei na frente com a Cris, a lancha ia rápido, subia nas marolas e descia na pancada, parecia que ia me jogar fora da embarcação.
Quando chegamos eu parecia aqueles personagem de desenhos animados com os cabelos, olhos e a boca esticados para traz depois de um passeio de foguete, e é claro grudenta da maresia.
Vim pra Jade, tomei um banho de meia hora, tirei todo o protetor e a maresia, e descobri que tinha sofrido uma torrada máster, estou da cor do camarão do Toninho (receita disponível no blog: cozinha mágica de apartamento).
Passei um óleo de amêndoas com perfume, e aliviou muito.
Quando eu passo o hidratante leitoso normal, parece que estou esfregando uma lixa na pele, por que tem areia em tudo o que coloco a mão. Já esse hidratante de óleo, passo logo depois de tomar banho, dou uma enxaguada rápida e espero uns minutos antes de enxugar, e a pele fica macia e sem a impressão de ter sido passada em uma lixadeira.
Peguei uma chuvinha rápida da jade até a pedra verde, mas nada que molhasse muito.
Ajudei a fazer o jantar com massa Barilla de macarrão integral penny e spaguetti ao alho e óleo com molho bolonhesa a parte, almondegas, kibe assado e salada.
De sobremesa, pipoca salgada para as crianças e pipoca doce para os não tão crianças.
A pipoca da Cris faz sucesso.
Esse foi de longe o dia mais proveitoso de todos, fui a lugares novos, conheci gente nova, voltei a velha forma e tirei muitas fotos.
Adorei.
Hoje valeu a viagem toda para Ubatuba. 


Difícil vai ser dormir.
Tomei o meu sossega leão em dobro hoje, preciso dormir pra descansar o corpo e a cabeça.
Se eu não durmo, os remédios que estabilizam meu humor, estabilizam na linha do MAL HUMOR e eu fico imprestável, aumenta minha ansiedade e eu quero comer porcarias pra ficar bem.
Mas é ai que mora o perigo.
Se eu continuar assim em 02 semanas não entro na roupa nova que eu comprei pro casamento da Nanda e ai, ferrou tudo.

Amanhã é o ultimo dia de praia, tomara que o sol volte, que a minha calça seque, que eu consiga arrumar a mala do mesmo jeito que ela veio e que a subida da serra de Taubaté não seja tão assustadora.

Andréa

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